Myles Kennedy tem 41 anos e atuou como professor de guitarra para
adolescentes até 2003, quando foi convidado para integrar o Alter
Bridge, projeto dos músicos do Creed sem o vocalista Scott Stap.
Com a banda que vai pelo pós-grunge e pelo metal, já gravou três discos, incluindo "AB III", recém-lançado no Brasil.
A parceria entre Myles Kennedy e o ex-guitarrista do Guns N Roses, Slash parece realmente ter dado certo. Este CD demonstra toda a versatilidade do vocalista e o ex-guitarrista do Guns.
Capa do CD
01 Intro
02 Patience
03 Back From Cali
04 Fall To Pieces
05 Audience Q&A
06 Starlight
07 By The Sword
08 Kate Interviews Slash
09 Civil War
10 Sweet Child O' Mine
Crossroads Guitar Festival reuniu em 2010: Albert Lee, BB King, Bert
Jansch, Buddy Guy, David Hidalgo and Cesar Rosas of Los Lobos, Derek
Trucks, Doyle Bramhall II, Earl Klugh, Eric Clapton, Gary Clark Jr.,
Hubert Sumlin, James Burton, Jeff Beck, Jimmie Vaughan, Joe Bonamassa,
John Mayer, Johnny Winter, Jonny Lang, Keb' Mo', Pino Daniele, Robert
Cray, Robert Randolph, Sheryl Crow, Susan Tedeschi, Sonny Landreth,
Stefan Grossman, Steve Winwood, Vince Gill, Warren Haynes e ZZ Top.
Esse
festival e realizado para angariar fundos ao Crossroads Centre,
fundada por Eric Clapton em 1997, criada para oferecer qualidade, com
preços acessíveis para o tratamento de álcool e outras dependências de
droga. Esta instituição com 32 leitos esta localizado na ilha de
Antigua, tornou-se reconhecida mundialmente como um centro internacional
de excelência para o tratamento da toxicodependência.
Quando Ian Gillan (Deep Purple), Tony Iommi (Black Sabbath), Jason
Newsted (ex-Metallica), Jon Lord (ex-Deep Purple) e Nicko McBrain (Iron
Maiden) se reuniram para revitalizar um projeto beneficente para vítimas
de um terremoto, jamais imaginariam que, pouco antes do lançamento de
músicas para este projeto, o Japão seria devastado por tremores de terra
fortíssimos e tsunamis.
O Japão não é a Armênia, e suportou, dentro das circunstâncias, as
consequências sem que o país ficasse desmoronado e inerte como o Haiti,
por exemplo. Ainda assim, se pudessem, os músicos ampliariam o projeto
para estendê-lo também em benefício das vítimsa japonesas.
Liderados por Gillan e Iommi, os músicos se reuniram sob o nome de
WhoCares, para gravar duas músicas, “Out Of My Mind” e “Holy Water”. É
uma reedição do projeto beneficente “Rock Aid Armenia”, de 1988 para
ajudar as vítimas do terremoto Leninakan.
Curiosidades:
Coincidentemente ou não estão previstas para lançamento ainda esse ano
uma versão remixada de “Rock Aid Armenia” e uma edição “deluxe expanded”
para a primeira parceria entre Gillan e Iommi, o disco “Born Again”, de
1983, do Black Sabbath.
O Chickenfootfoi formado em 2008 nos Estados Unidos pelo vocalistaSammy Hagar(Van Halen), o baixistaMichael Anthony(Van Halen), o bateristaChad Smith(Red Hot Chili Peppers) e o guitarristaJoe Satriani. O som éHard Rock, mas com pegadas que contagiam e te fazem parar o que está fazendo pra simplesmente ouvir.
Sammy,
Michael e Chad Smith se reuniam e tocavam juntos de vez em quando, e
percebiam que tinha uma certa afinidade entre os músicos, e resolveram
chamar um guitarrista para fazer algo maior como gravar um disco e sair
em turnê, aí resolveram convidar Joe Satriani, ele aceitou e alguns
meses depois, lançaram seu álbum homônimo, e dizem estar praparando
material para mais um.
Curiosidades:
Joe Satiani sobre a formação do Chickenfoot: "Eu nunca imaginei que a banda
onde eu tocaria teria esses ingredientes, entende? Nós somos muito
diferentes uns dos outros. Não conseguiria imaginar o baixista do Van Halen e o baterista do Chili Peppers na mesma banda. Para mim, isso soaria ridículo (risos)."
Sobre
o fato de ser mais sério do que os outros: "Acho que sempre me senti
assim (como um outsider) e ainda me sinto. Tenho uma posição engraçada
dentro do Chickenfoot, por ser mais sério do que os outros. Eu tendo a
me preocupar mais com a música, ter certeza de que está tudo no lugar."
E
a promessa para trazer a turnê do Chickenfoot ao Brasil: "Vivo dizendo a
ele (Sammy) como os fãs são incríveis e como ele vai amar o Brasil.
Então eu coloquei isso como uma busca pessoal: levar Sammy Hagar à
América do Sul."
Capa do CD
1. Last Temptation 4:02
2. Alright Alright 4:39
3. Different Devil 4:24
4. Up Next 4:33
5. Lighten Up 5:12
6. Come Closer 4:08
7. Three And a Half Letters 4:07
8. Big Foot 3:49
9. Dubai Blues 5:02
10. Something Going Wrong 5:16
11. (Hidden Bonus Track) 4:24
Não à toa, a primeira referência que vem à mente quando o novo disco do Red Hot Chili Peppers começa a tocar é One Hot Minute, o álbum que sucedeu o lendário Blood Sugar Sex Magik (considerado
por muitos o melhor trabalho da banda) e que também teve ausente o
já consagrado guitarrista “titular” dos Peppers, John Frusciante. A primeira faixa de I’m With You(2011) soa claramente uma referência à “Warped”, a primeira faixa de One Hot Minute, e os timbres do começo não mentem.
Mas o que One Hot Minute tem de riffs incisivos e sonoridades experimentais, I’m With You tem
em arranjos calcados num repertório pop bem sedimentado e explorado.
“Monarchy of Roses”, comentanto um pouco mais essa primeira canção,
se baseia numa levada disco que dá o tom genérico do álbum. Há também
músicas com tônica latina, como "Did I Let You Know" e na última
faixa, "Dance, Dance, Dance", canções mais líricas, como "Meet Me at
the Corner", e mesmo os funk-rocks mais típicos na sonoridade do
Chili Peppers.
Josh Klinghoffer, novo guitarrista e velho conhecido
da banda (e amigo pessoal de Frusciante), entrou intensamente no
processo de gravação do novo disco. Segundo declarações anteriores
dos músicos, foram escritas mais de 70 canções, das quais foram
selecionadas as 14 músicas do disco. É estranho constatar que o
resultado final não soa fraco e, no entanto, não há nada de muito
novo. Klinghoffer não se mostra um criador de riffs ou um solista com
grande personalidade. Alguns timbres e ostinatos rítmico-melódicos
soam bastante interessantes - aliás, muitos dos momentos musicais
mais densos do disco são os interlúdios instrumentais -, porém muitas
vezes parecem criações de John Frusciante diluídas em sonoridades
pop.
O primeiro single, “The Adventures of Rain Dance Maggie”, é
sem dúvida uma das canções mais fracas do disco, de refrão fraco e
nenhum riff de impacto. Os pontos
altos ficam por conta de “Brendan’s Death Song”, com um arranjo
poderoso, “Ethiopia” com o riff de baixo em 7/8 (compassos
irregulares não são típicos da banda, por isso a música se torna
interessante) e “Even You, Brutus?”, que lembra de uma forma muito
original a sonoridade dos artistas da gravadora Motown, com muitas
modulações harmônicas.
I'm With You não mostra nada de muito original em
relação ao histórico do grupo. No entanto, estes quase 30 anos de
estrada (!), a maturidade e entrosamento musical entre seus
integrantes e a produção do lendário Rick Rubin são fatores que fazem de I’m With You um disco que vale a pena ser escutado com mais calma.
Curiosidades:
Depois de IZZY STRADLIN ter deixado o Guns N’ Roses, AXL ROSE tentou
fazer com que Navarro entrasse pro GN’R. “Há um número de razões pelas
quais não rolou”, Navarro explicou recentemente em um podcast. “Se eu
pudesse escolher uma, seria meu próprio vício em heroína.” Mas ele de
fato tocou na faixa do GN’R de 1999, ‘Oh My God’.
Capa do CD
01. Monarchy of Roses
02. Factory Of Faith
03. Brendan’s Death Song
04. Ethiopia
05. Annie Wants A Baby
06. Look Around
07. The Adventures Of Rain Dance Maggie
08. Did I Let You Know
09. Goodbye Hooray
10. Happiness Loves Company
11. Police Station
12. Even You Brutus?
13. Meet Me At The Corner
14. Dance, Dance, Dance
Peter Frampton (nascido em 22 de abril de 1950) é um músico britânico mais conhecido por seu trabalho solo nos anos 70 como roqueiro de arena. Ele tornou-se famoso, entretanto, como integrante do the Herd quando tranformou-se um ídolo das adolescentes na Grã-Bretanha. Ele então passou a trabalhar com Steve Marriott (dos The Small Faces) na banda Humble Pie, assim como em álbuns de Harry Nilsson, Jerry Lee Lewis e George Harrison. Sua estréia solo foi em 1972 com Wind of Change.
A explosão solo de Frampton veio com Frampton Comes Alive, seis vezes platina e que incluía os sucessos “Do You Feel Like We Do”, “Baby, I Love Your Way” e “Show Me the Way”. Depois que o álbum seguinte I’m in You foi lançado, Frampton envolveu-se em um sério acidente de carro nas Bahamas. Enquanto se recuperava, ele atuou no filme Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, um fracasso retumbante. Nos anos 80, Frampton voltou a gravar, mas nunca mais retornou às paradas de sucesso.
Curiosidades:
Com a virada do milênio, a fábrica de guitarras Gibson, lançou o modelo Frampton de guitarras, com ajuda e especificações vindas do próprio Peter Frampton. O modelo não foi ainda produzido em série e trata-se de um item para colecionador. Seu valor no mercado está no momento calculado em $6 mil dólares.
Capa do CD
1. Verge of a Thing
2. Flying Without Wings
3. Love Stands Alone
4. Not Forgotten
5. Hour of Need
6. Mia Rose
7. I´m Back
8. I Need Ground
9. While My Guitar Gently Weeps
10. Greens
11. Above It All
Joss Stone nasceu em Dover, Kent, Inglaterra e passou a sua adolescência na vila de Ashill, Devon. Cresceu escutando uma grande variedade de gêneros musicais, incluindo R&B e soul music cantados por artistas como Dusty Springfield e Aretha Franklin.
Em 2002, saiu da Inglaterra para uma audição em Nova York com Steve Greenberg, o chefe do setor executivo da S-Curve Records.
Após assinar um contrato com a S-Curve, Stone foi para Miami (Flórida) para começar a trabalhar no seu primeiro álbum, The Soul Sessions, lançado a 16 de Setembro de 2003. Colaborou com artistas de credenciais sólidas na cena soul de Miami como: Betty Wright, Benny Latimore, Timmy Thomas e Little Beaver. Também trabalhou com os artistas contemporâneos Angie Stone e The Roots.
O primeiro single de sua carreria foi Fell in Love with a Boy, uma regravação da música Fell in Love with a Girl do The White Stripes, alcançou o top 20 da parada de singles britânica. O segundo single, Super Duper Love, também alcançou o top 20.
Após conseguir aclamação crítica por The Soul Sessions, Stone gravou seu segundo álbum, Mind, Body & Soul (Mente, Corpo & Alma), lançado em 28 de Setembro de 2004, dessa vez composto de músicas originais. Ele provou ser um sucesso ainda maior que seu antecessor, já que estreou em primeiro lugar na parada de álbuns britânica (quebrando o recorde de cantora mais jovem a chegar ao topo da parada britânica, antes pertencente a Avril Lavigne).
Em 9 de Fevereiro de 2005, Stone foi indicada a três Brit Awards, dos quais ganhou dois – Artista Solo Feminina Britânica e Artista Britânica de Música Urbana. Também foi indicada a três Grammy Awards no mesmo ano – Melhor Artista Revelação, Melhor Performance Vocal Feminina de Pop por You Had Me e Melhor Álbum Vocal de Pop por Mind, Body & Soul –, onde ela cantou descalça no palco com a cantora de rock Melissa Etheridge, em tributo à cantora de blues-rock Janis Joplin. Sua performance de Cry Baby/Piece of My Heart foi lançada como single e, graças à grande quantidade de downloads digitais, tornou-se seu primeiro single a entrar na Billboard Hot 100, ao alcançar o número trinta de dois na parada.
Em Fevereiro de 2006 participou de um medlley com os sucessos do cantor Sly Stone, líder da banda Sly & the Family Stone ao lado de John Legend e Van Hunt. Essa performance rendeu a ela em 2007 o seu 1º Grammy Award de Melhor Perfromance R&B por Dupla ou Grupo.
O terceiro álbum de Stone, Introducing Joss Stone (Apresentando Joss Stone) foi lançado em Março de 2007, incluindo produção por Raphael Saadiq e colaborações com Lauryn Hill e Common. Trazendo uma roupagem totalemente nova unindo pitadas urbanas com o clássico soul.
Em 2009 Joss lançou “Colour Me Free”. Este quarto álbum foi o mais polêmico devido ao fato de como foi produzido: Joss citou em várias entrevistas, “Um dia acordei e decidi, ‘hoje eu quero fazer um álbum’,” E assim, ela fez o álbum independente e só depois mostrou à gravadora EMI. Segundo entrevistas, Joss revelou que eles ficaram agitados e não queriam lançar o álbum dizendo que ela tinha que cantar o que eles quisessem. Ela, claro, não aceitou e lutou até o fim e conseguindo lançar. Atualmente Joss Stone está independente e feliz com sua liberdade de criação.